segunda-feira, 25 de setembro de 2017
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Temer e seus ministros: mais um é preso pela PF na Bahia

Dessa vez, trata-se do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), que foi preso pela Polícia Federal nesta segunda-feira (3), na Bahia, Estado onde mora. A prisão foi determinada pela Justiça Federal de Brasília, e diz respeito às às investigações da Operação Cui Bono?, ligada à lava jato.

Geddel é suspeito de tentar atrapalhar as investigações que apuram irregularidades na liberação de créditos da Caixa, banco estatal no qual Geddel ocupou a Vice-presidência de Pessoa Jurídica Geddel foi ministro da Secretaria de Governo de Temer. As investigações da Polícia Federal e do MPF (Ministério Público Federal) apontam que Geddel e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) atuaram na liberação de ao menos R$ 1,2 bilhão em empréstimos para empresas, em troca de propina.

Impressiona os valores por hora apurados, e impressiona também a cara de pau com que esses políticos agem, com o se nada de errado tivessem cometido ou estivesse acontecendo.
Enquanto roubam e desviam bilhões e bilhões, nossa saúde, segurança, educação e tudo mais, vai de mal a pior.

Além da prisão preventiva, a Justiça também autorizou a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telemático de Geddel. Diferentemente da quebra do sigilo telefônico (que permite a interceptação das conversas), o levantamento do sigilo telemático permite o acesso ao registro das ligações efetuadas, mensagens e e-mails.

O pedido de prisão feito Pe PF teve como base os depoimentos recentes do corretor Lúcio Funaro e dos delatores Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e do diretor jurídico do J&F, Francisco de Assis e Silva.

No depoimento que prestou à Polícia Federal no dia 8 do mês passado, Geddel se manteve em silêncio durante depoimento à Polícia Federal, em Salvador, no âmbito do inquérito que investigou se o presidente Michel Temer cometeu os crimes de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça. Para justificar o comportamento, seu advogado, Gamil Föppel, alegou “curtíssimo lapso temporal” a partir da intimação, feita dois dias antes da data da oitiva.

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Adriano Rodrigues
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